O iogurte natural é tão poderoso que existem duas bactéria presentes nele: Lactobacillus bulgaricus e Streptococcus thermophilus, que ajudam a combater o mau hálito, as cáries e até as doenças das gengivas. Em um estudo, pesquisadores utilizaram o consumo de 90 g de iogurte por seis semanas e observaram uma redução nos níveis de sulfuro de hidrogênio, que causa o mau hálito.
Agora, pensando nas diferenças entre o leite e o iogurte, não é só a adição dos probióticos que se destacam, mas também temos uma diferença de pH e composição nutricional.
O leite é fluído, tem pH de 6,5, já o iogurte natural tem um pH de 4,5. Essa mudança de pH se dá por conta da fermentação dos lactobacilos. Durante essa fermentação é utilizada uma parte da lactose, o que torna o iogurte mais fácil de ser tolerado por pessoas que têm dificuldade em digerir esse açúcar do leite.
Com a redução do pH você tem uma abertura da proteína, ou seja, ela está parcialmente desnaturada, fazendo com que a digestibilidade desse macronutriente fique muito mais fácil. Por mais que o iogurte tenha a mesma composição do leite, essa mudança do pH muda completamente a forma como nosso corpo recebe esse alimento, digere e absorve.
Outra vantagem do iogurte é que em um potinho comercial de 170 g nós temos a mesma quantidade de proteína que um ovo, então assim conseguimos variar o cardápio e acrescentar outras fontes proteicas na dieta. Além de ser um produto prático de ser consumido.